Novo Resident Evil estreia com 96% no Rotten Tomatoes e supera todos os filmes anteriores
A nova adaptação cinematográfica de Resident Evil, dirigida por Zach Cregger, estreou com uma recepção crítica muito acima do histórico da franquia nos cinemas.
No momento desta publicação, o longa aparece com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 74 críticas. No Metacritic, o filme também começou forte, com 79 pontos, resultado que o coloca não apenas como o Resident Evil mais bem avaliado, mas entre as adaptações de videogame mais bem recebidas pela crítica.
A diferença em relação aos filmes anteriores é considerável.
O primeiro Resident Evil, lançado em 2002 e estrelado por Milla Jovovich, possui atualmente 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. A sequência Resident Evil: Apocalypse caiu para 18%, enquanto Extinction ficou com 24%.
Os filmes seguintes mantiveram avaliações semelhantes: Afterlife registra 21%, Retribution aparece com 28% e The Final Chapter, até então um dos melhores resultados da série principal, possui 39%.
O reboot Resident Evil: Welcome to Raccoon City, de 2021, também não conseguiu mudar esse histórico, ficando com 30% de aprovação entre os críticos.
Ou seja, considerando os longas live-action:
| Filme | Rotten Tomatoes |
|---|---|
| Resident Evil (2026) | 96% |
| Resident Evil: The Final Chapter | 39% |
| Resident Evil (2002) | 36% |
| Welcome to Raccoon City | 30% |
| Resident Evil: Retribution | 28% |
| Resident Evil: Extinction | 24% |
| Resident Evil: Afterlife | 21% |
| Resident Evil: Apocalypse | 18% |
O salto é ainda mais evidente no Metacritic. O novo filme aparece com 79 pontos, enquanto o primeiro Resident Evil possui 35 e Welcome to Raccoon City ficou com 44. The Final Chapter chegou a 49.
Uma nova tentativa para Resident Evil nos cinemas
Diferente da série protagonizada por Alice, o novo Resident Evil apresenta uma história original dentro do universo da Capcom.
O protagonista é Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador médico que acaba envolvido em uma noite de caos e sobrevivência. Zach Cregger, diretor de Noites Brutais e A Hora do Mal, optou por uma abordagem mais próxima do horror e da sensação de vulnerabilidade dos jogos.
As primeiras críticas têm destacado justamente essa mistura entre terror, humor e elementos que remetem à experiência de jogar Resident Evil.
As notas ainda podem mudar conforme novas críticas forem adicionadas aos agregadores, mas a estreia já representa uma diferença histórica em relação às adaptações anteriores da franquia.